Warner irá produzir versão para os cinemas do livro " O Céu Está Em Todo Lugar " , de Jandy Nelson


A Warner Bros. e a Di Novi Films adquiriram os direitos para adaptar para os cinemas a história do livro "O Céu Está Em Todo Lugar", romance de estreia da autora americana Jandy Nelson. A Warner também detém os direitos do livro "Eu Te Darei o Sol", também escrito por Nelson.

Sucesso entre o público juvenil nos Estados Unidos, "O Céu Está Em Todo Lugar" acompanha a história da adolescente Lennie Walker, que vivia uma alegre vida, cercada das coisas que mais gostava: literatura e música. Parte de seu bem estar se susntentava em sua irmã mais velha, Bailey, uma moça brilhante com quem tinha uma bela amizade. Quando Bailey morre, Lennie perde o chão. Ainda imersa no luto, ela acaba envolvida em um triângulo afetivo entre dois caras. Um deles a diverte e o outro é seu ombro amigo.

"O romance é uma celebração do amor, também um retrato da perda. A luta de Lennie, para encontrar sua própria melodia em meio ao ruído que a circunda, é sempre honesta, porém hilária e, sobretudo, inesquecível", diz a sinopse oficial.

O Céu Está Em Todo Lugar terá a produção de Denise Di Novi e Alison Greenspan, que trabalharam juntas desenvolvendo outras adaptações literárias para os cinemas como O Melhor de Mim, Se Eu Ficar e Um Homem de Sorte.

Lançado em 2010, o livro "O Céu Está Em Todo Lugar" foi pré-selecionado para a disputa da Medalha Carnegie, que é entregue para reconhecer a qualidade de um livro voltado para crianças e jovens. "Eu Te Darei o Sol", publicado em 2014, entrou para lista dos best-sellers do jornal The New York Times e faturou o Printz Award em 2015, importante premiação da literatura infanto-juvenil.


Os O Céu Está Em Todo Lugar e Eu Te Darei o Sol ainda não tem previsão de estreia.




Sinopse: Eu deveria estar de luto, não me apaixonando.
Às vezes é preciso perder tudo, para encontrar a si mesmo... 
Lennie Walker, obcecada por livros e música, tocava clarinete e vivia de forma segura e feliz, à sombra de sua brilhante irmã mais velha, Bailey. Mas quando Bailey morre de forma abrupta, Lennie é lançada ao centro de sua própria vida, e, apesar de não ter nenhum histórico com rapazes, ela se vê, subitamente, lutando para encontrar o equilíbrio entre dois: um deles a tira da tristeza, o outro a consola. 
O romance é uma celebração do amor, também um retrato da perda. A luta de Lennie, para encontrar sua própria melodia em meio ao ruído que a circunda, é sempre honesta, porém hilária e, sobretudo, inesquecível.
'É romântico sem ser meloso e leva às lágrimas sem ser exagerado – o que mais o leitor pode querer? ' 

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