Os finais mais cruéis (inesperados e chocantes) do cinema




Alerta máximo de spoiler! 



10. Titanic (1997)


   Titanic, sim. Nem adianta reclamar. Afinal, quem iria imaginar que o Leonardo DiCaprio iria morrer no final? Foi inesperado. Ainda por cima roxo daquela maneira? Chocante, vai... Teve sangue? Não. Mas teve toda uma geração de menininhas incapazes de se entregar ao amor daquele momento em diante. Se isso não é crueldade...

09. O Lobo Atrás da Porta (2014)


   O Lobo Atrás da Porta ou “Uma História que Chocou o Brasil” - esse poderia ser o subtítulo do filme de Fernando Coimbra. Em junho de 1960, Neide Maria Maia Lopes foi presa pela acusação de seqüestro e assassinato de uma criança de apenas quatro anos. Ela ficou conhecida como “A Fera da Penha”. Quem não estava familiarizado com a tragédia, real, teve uma baita surpresa ao assistir ao longa-metragem. É nela que é baseado o filme protagonizado por Leandra Leal, com Milhem Cortaz e Fabiula Nascimento. Motivada pelo ciúme, a personagem simplesmente dá um tiro na criança. E a mata. Barra pesada.

08. Na Natureza Selvagem (2007)


    Quem nunca pensou em ter uma casa no campo – onde seria possível plantar os amigos, os discos e livros e nada mais? Zé Rodrix e Tavito, compositores da música eternizada na voz de Elis Regina pensaram. O mesmo fez Christopher McCandless, vivido em Na Natureza Selvagem (Sean Penn) por Emile Hirsch. No início da década de 90, o jovem, recém-formado, resolveu tirar da mochila o ideal hippie de uma vida simples no meio da natureza selvagem, caminhando rumo ao Alasca. Corajoso. Lindo. Porém, o que seria motivo de inspiração para muita gente se converteu em cautela, quando o ideal naïf do rapaz foi consumido pela inanição. Essa foi a provável causa da morte de McCandless, encontrado sem vida dentro de um ônibus enferrujado que servia de abrigo improvisado.

07. O Homem-Urso (2005)


    “Outra história real?” Sim. “E ainda por cima, um documentário?” Sim. O que não tira a surpresa de O Homem-Urso, dirigido por Werner Herzog. Afinal, ao longo de 13 verões, Timothy Treadwell viveu desarmado ao lado de ursos. Tempo o suficiente para considerar este um caso de sucesso na relação entre homem e natureza. Bem, mais ou menos... Nas últimas cinco vezes em que esteve com os animais selvagens, o ecologista documentou as viagem com uma câmera. Mas, em outubro de 2003, os restos mortais dele e da namorada Amie Huguenard foram encontrados pelo piloto que deveria trazê-los de volta. O casal fora devorado por um urso, o primeiro caso registrado de ataque naquele campo.

06. Old Boy (2003)


   Em Old Boy, Oh Dae-su (Choi Min-sik) é seqüestrado e confinado em uma prisão particular por nada mais nada menos do que 15 anos. E o pior (pior?), ele nem sabe por que foi parar lá. Quando finalmente é libertado (do nada), ele se concentra exclusivamente na vingança. Quem o prendeu? E por quê? Mas, como se não bastasse, o homem é suspeito de um homicídio cometido durante o período de cativeiro. Sua salvação é Mi-do, uma cozinheira que vai ajudá-lo na busca por respostas. Alguém disse “salvação”? Ao longo da via crúcis a que é submetido, Oh Dae-su e Mi-do se apaixonam. O que eles não sabiam é tudo fazia parte de um elaborado plano de vingança (esse sim) armado por Woo-Jin. (Trilha de flashback). Na infância, Oh Dae-su presenciou Woo-Jin em uma relação sexual incestuosa com a irmã. Ele contou para todo mundo, a menina teve uma gravidez psicológica e acabou se matando. Aí começou a vingança de Woo-Jin (está acompanhando?). Porque Dae-su e Mi-do, que tiveram relações sexuais, descobrem que são, na verdade (rufem os tambores)... pai e filha. E ele arranca a própria língua para que seu algoz poupe a vida dela.

05. A Bruxa de Blair (1999)


    Um fenômeno comercial, A Bruxa de Blair custou apenas US$ 50 mil dólares e faturou cerca de US$ 250 milhões no mundo todo. Na história, três estudantes de cinema embrenham-se na floresta a fim de realizar um documentário sobre a tal da bruxa – reza a lenda que quando ela mata alguém, deixa outro "de castigo". Os jovens desaparecem misteriosamente e, um ano depois, uma sacola cheia de rolos de filmes é encontrada na mata. As imagens registradas pelo trio dão as pistas sobre o destino deles. Em uma delas, quando um deles está virado para a parede ("de castigo"), ploft, quem está segurando a câmera cai. Fim de filme. A trama, aliada ao aspecto caseiro das imagens conferem uma veracidade e tanto ao filme, que acaba assim, brusca e cruelmente.

04. Alemanha, Ano Zero (1948)


   O filme de Roberto Rossellini se passa em uma Europa devastada pela Segunda Guerra Mundial. Edmund, um garoto de apenas 12 anos, tenta ajudar a família pobre, trabalhando para sustentar o pai doente. Um dia, conversando com um antigo mestre, o menino entende ter recebido de volta o conselho para matar o pai enfermo, que seria um peso morto. Ele, então, envenena a comida do próprio progenitor. Quando conta do feito, Edmund é expulso e passa a perambular sem rumo pelas ruas da cidade. Como única saída, ao fim, ele resolve se matar. Você leu direitinho. Suicídio. Aos 12 anos.

03. O Campeão (1979)


     Billy Flynn (Jon Voight) é um ex-lutador de boxe que agora trabalha como adestrador de cavalos em O Campeão. Ele ganha um salário baixo, mas o suficiente para manter a si próprio e a seu filho T.J. (Rick Schroder), cuja custódia ganhou da ex-esposa Annie (Faye Dunaway). Visando dar um futuro melhor para o garoto, Billy aceita a oferta de retornar aos ringues. E morre. Um estudo da Universidade da California-Berkeley com imagens tristes de filmes provou que a cena em que T.J. chora a morta do pai na obra de Franco Zeffirelli é a mais triste da história do cinema.


02. Dogville (2003)


   Depois de comer o pão que o diabo amassou (leia maltratada, subjugada, estuprada), Grace (Nicole Kidman) tem a chance de se vingar da população de Dogville. Mas a forasteira, mesmo tendo passado por tantos percalços, ainda enxerga a bondade dentro das pessoas. Mesmo as que a humilharam. Ela os vê como vítimas das condições sociais em que foram gerados. Às favas! Em dois tempos, ela muda de ideia e manda metralhar todo mundo. Crianças primeiro, para que seus malditos pais passem pela desgraça de vê-los morrer. Eita. (Vale a menção de que o diretor Lars von Trier não é muito chegado em um final Disney, haja visto o desfecho do mais recente Ninfomaníacae, claro, a tristeza que é o fim de Dançando no Escuro. Pobre Björk).

01. Seven - Os Sete Crimes Capitais (1995)


    David Fincher é outro cineasta que não foge da raia da crueldade. Em Seven - Os Sete Crimes Capitais, dois policiais, um jovem e impetuoso (Brad Pitt) e o outro maduro e prestes a se aposentar (Morgan Freeman), são encarregados de uma perigosa investigação: encontrar um serial killer que mata as pessoas seguindo a ordem dos sete pecados capitais. Filme quase no fim, o danado  cometeu cinco dos crimes. Até que David (Pitt) recebe uma caixa com um "presente" inesperado: a cabeça decepada de sua esposa (inveja) e vai ter que pôr toda a sua ira para fora. Pobre Gwyneth Paltrow.



Iai , gostaram fofuxos ? Espero que sim .
Fonte : AdoroCinema



Até á próxima !!

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