
Amores, amores. Casamento, à parte. Nos bailes de Netherfield, a iguaria principal só poderia ser uma: os bem-casados.
Ao contrário de sua mãe, que anima-se diante de qualquer bonitão com uma boa herança à vista, Elizabeth Bennet não se deixa levar pelas aparências. Antes de considerar qualquer um como um bom partido, para além de fortuna e propriedades, Lizzie investiga aspectos que considera muito mais importantes: reputação e caráter. Por isso, ao ser apresentada ao rico e arrogante Fitzwilliam Darcy, sua única reação é o desprezo. Conhecê-lo melhor, porém, pode abalar as perspectivas de Elizabeth.

Olá, amores! O ano de 2020 foi inesquecível para muitas pessoas, algumas pessoas irão sempre lembrar em como este ano foi marcado por muitas tragédias, muitas famílias perdendo seus entes queridos, angústia, sofrimento, impudência, descaso... Mas a àqueles que durante o isolamento investiram em novos empreendimentos, exploraram novos hobbies e eu encontrei uma nova paixão: versões de Orgulho e Preconceito, de Jane Austen.
Em Orgulho e preconceito, Jane Austen nos apresenta os Bennets: uma família nobre, porém sem dinheiro, composta pelo pai, pela mãe e por cinco moças, todas em idade de se casar e nenhuma com direito a herdar a propriedade da família. Para assegurar o futuro delas, é preciso encontrar pretendentes de boa posição – uma busca que atormenta a senhora Bennet e, consequentemente, a família toda.